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Boa Nova: de Jesus ao Mundo de Regeneração

Enviado por on 15/10/2012 – 22:33 3 Comentários
Jiaren Lau/CC

O primeiro capítulo do livro “Boa Nova”, de Humberto de Campos (Espírito), fala sobre o governo de Caio Júlio César Otávio, que mais tarde se chamou também Augusto. Foi um imperador pacífico e justo, que recuperou a força moral e da família do Império Romano.

Era preciso que o Império passasse por essa transformação para ganhar força moral, para dar a Jesus as bases necessárias de implantar seu Evangelho pacificamente.

 

  1. O Mestre sabia o quanto deturparíamos seu Evangelho, com funestas consequências para a humanidade.
  2. a)   Era preciso então deixar o exemplo de como fazer o certo, para que não tivéssemos como nos queixar de nosso comportamento pouco evangélico;

    b)   Essa deformação do Evangelho é que criou em definitivo o Ciclo de Expiação em nosso planeta;

    c)    Que sem isso teria permanecido como Planeta de Provas e consequentemente sem muito dos sofrimentos pelos quais já passamos e estamos passando;

    d)   Isso porque a Terra seria vedada aos Espíritos já dotados de um bom grau de inteligência, mas com pouco desenvolvimento moral;

    e)    O que nos torna capazes de praticar atitudes de barbárie, como guerras, assassinatos ou abortos, o temos feito em toda nossa história;

    f)     Pois Espíritos primários (primitivos) não têm condições de inteligência de fazer tais coisas.

     

  3. Mas há um fato de maior importância ainda: houve aqueles que, mesmo diante das dificuldades, souberam seguir o Evangelho, purificando-se espiritualmente.
  4. a)   Com isso, foram para mundos melhores ou ficaram nos planos superiores aqui da Terra mesmo;

    b)   Pois como disse Jesus, “na casa de meu Pai, há muitas moradas”.

     

  5. É preciso esclarecer ainda que, após esta fase de transição pela qual estamos passando, entraremos em definitivo no Ciclo de Regeneração.
  6. a)   Todos aqueles que não estiverem sinceramente dispostos a aprender a vivenciar a Caridade não poderão permanecer na Terra;

    b)   Estes Espíritos renitentes (que teimam no “mal”) serão exilados para planetas de acordo com sua condição moral;

    c)    Daí a urgente necessidade de mudarmos nosso comportamento para melhor e aumentarmos nossas possibilidades de aqui ficarmos;

    d)   Por isso também este roteiro maravilhoso que é o “Boa Nova”.

     

  7. Da mesma maneira que há dois mil anos a Terra celebrava a vinda do Sublime Emissário de Deus ao plano físico, hoje celebra a visão da nova Jerusalém das divinas visões de João no Apocalipse.

a)   Humberto de Campos descreve os efeitos pacificadores e benéficos que a aproximação de Cristo causaram na época de Augusto;

b)   Hoje, porém, sabemos que nosso Governador Planetário (Jesus) jamais se afastou de nós —nós é que decidimos seguir outros caminhos e, por vezes, nos afastamos dele;

c)     Exatamente por isso é que, para que a transição seja definitiva, estamos agora vivendo as consequências de todos os nossos erros;

d)   E para que possamos aprender com ele a tomar o caminho do bem de uma vez por todas, neste período de transição para o Mundo de Regeneração poderemos sentir a presença salutar de Jesus e do Espírito da Verdade a nos conduzirem para a Caridade como norma social[1];

e)    Para tanto é preciso deixar a mitologia de lado e enxergar a visão realmente Consoladora de Deus, que a Doutrina Espírita será finalmente capaz de conceder.

[1] Esta conclusão se reforça por mensagens como “A Grande Transição”, de Bezerra de Menezes por Divaldo Franco, que diz: ” Jesus volta para convidar-nos à compaixão. (…) O mundo é o que dele têm feito seus habitantes, mas, crede em mim, nunca houve tanto amor na Terra como hoje.” (leia a mensagem completa em http://wp.me/p1ksw1-5n.

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