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Jesus exemplifica a Fé e a Humildade na Última Ceia

Enviado por on 16/09/2013 – 00:24 Um comentário
Reprodução/Franco Zeffirelli

O capítulo 25 do livro “Boa Nova” fala sobre a Última Ceia, um dos momentos mais importantes do Mestre com os discípulos. Avisando sobre tudo o que lhe aconteceria e por quê.

Eis o que diz Jesus: “Humilhado e ferido, terei que ensinar em Jerusalém a necessidade do sacrifício próprio, para que não triunfe apenas uma espécie de vitória, tão passageira quanto as edificações do egoísmo ou do orgulho humanos.”

Leia o estudo completo do livro “Boa Nova”, capítulo a capítulo

 

  1. E qual a principal lição da Última Ceia?
  2. a)   O sacrifício próprio para obter a verdadeira vitória;

    b)   Deixar de lado todos os interesses pessoais, em benefício do próximo, inclusive a própria vida;

    c)    Muito embora o sacrifício da vida seja muito raro, ainda pudemos ver Ghandi, Luther King e outros, que tiveram suas vidas exigidas para se saírem vitoriosos;

    d)   Só a Caridade e a Humildade podem nos dar tal poder.

     

  3. Após explicar a transitoriedade das vitórias humanas, obtidas pela violência, diz o Mestre: “(…) vim de meu Pai para ensinar como triunfam os que tombam no mundo, cumprindo um sagrado dever de amor, como mensageiros de um mundo melhor, onde reinam o bem e a verdade.”
  4. a)   Vamos levar em consideração que Jesus também estava dando o exemplo para os que o seguiriam de perto, no sacrifício pela sua causa;

    b)   Se hoje não há mais a necessidade do sacrifício da vida, não parece que está sendo mais fácil vencer nossos defeitos;

    c)    Todo o desequilíbrio que causamos em nosso planeta mostra, de maneira forte, o quanto ainda somos orgulhosos e egoístas;

    d)   Felizmente, porém, esta situação não demandará muito tempo para se modificar, pois já entramos no Ciclo de Regeneração;

    e)    E para seu próprio bem, os que não quiserem se modificar serão exilados do planeta Terra.

     

  5. Seguindo com suas explicações, inclusive da traição que sofreria, Jesus é interrompido por Tiago, que pergunta: “Mas, afinal, onde está Deus que não conjura semelhante perigo?”
  6. a)   Tiago mostra o quanto os discípulos ainda não entendiam Jesus;

    b)   Chamando a atenção de Tiago sobre a inconveniência de tal pergunta, explica o Mestre Divino: “Uma das maiores virtudes do discípulo do Evangelho é o de estar sempre pronto ao chamado da providência divina. Não importa onde ou como seja o testemunho de nossa fé”;

    c)    Jesus sempre ensinou que a vontade do Pai é sempre sábia e a melhor;

    d)   E mesmo que ainda não possamos entendê-la, devemos aceitá-la, pois será o melhor para nós;

    e)    O Mestre não só pregou isso, mas exemplificou, entregando a própria vida no Calvário;

    f)     Pois se ele, que era puro e livre de qualquer resgate, não titubeou em seguir a vontade de Deus, o que dizer de nós?

    g)   Essa é uma atitude que supera a própria fé: uma atitude de confiança em Deus, que nos dá a certeza do que estamos fazendo, mesmo sem entender direito por quê;

    h)   Jesus explica também aos discípulos que seu exemplo seria importante para a posteridade;

    i)     Com isso ele também ensinou que o trabalho de evolução é nosso.

     

  7. E o significado do pão e do vinho na Última Ceia?
  8. a)   Diferente do que ensina até hoje a Igreja, Jesus diz a esse respeito:

    “Este pão significa o banquete do Evangelho; este vinho é o sinal do espírito renovador dos meus ensinamentos. Constituirão o símbolo de nossa comunhão perene, no sagrado idealismo do amor, com que operaremos no mundo até o último dia. Todos os que partilharem conosco, através do tempo, deste pão eterno e desse vinho sagrado da alma, terão o espírito fecundado pela luz gloriosa do Reino de Deus, que representa o objetivo santo de nossos destinos.”

    b)   Eis o banquete que o Evangelho nos proporciona;

    c)    Jesus também mostra a necessidade de o Evangelho ser reconhecido como doutrina universal de paz, equilíbrio, fraternidade e amor;

    d)   Mas apesar de tudo, os discípulos ficaram discutindo para ver quem seria o maior nesse Reino dos Céus, demonstrando o quão pouco entendiam Jesus.

     

  9. E este é um dos momentos mais importantes do Evangelho. É quando Jesus se veste como um humilde escravo e lava os pés dos apóstolos: “Vós me chamais Mestre e dizeis bem, porque eu o sou. Se eu Mestre, vos lavo os pés, deveis igualmente lavar os pés uns dos outros no caminho da vida, porque no Reino do Bem e da Verdade o maior será sempre aquele que se faz sinceramente o menor de todos.”

a)   Eis um ensino sobre Humildade que venceu os séculos;

b)   Perfeito em todos os sentidos, como só poderia ser, vindo de Jesus;

c)    Quando todos nos sentirmos o menor de todos, ninguém se sentirá maior que ninguém;

d)   E o respeito será tão absoluto entre nós, que nem de direitos precisaremos ―todos pensarão tanto em seus próprios deveres, que isso garantirá, automaticamente, os direitos de todos.

Um comentário »

  • Meus irmãos, acho a análise do livro BOA NOVA de vcs ótima. Serve-nos de referencial para as nossas pesquisas no estudo do ESDE. Os livros da Codificação + trabalho como o de vcs nos auxilia, e muito, para que possamos entender e nos aprofundarmos nos ensinamentos de Jesus. Muito obrigada pela ajuda.
    Abraços fraternos e no aguardo de novas publicações.
    Carlota

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