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No Horto, Jesus ensina por que fazer a vontade de Deus

Enviado por on 30/09/2013 – 23:58
Reprodução/Franco Zeffirelli

Continuando o estudo do livro “Boa Nova”, de Humberto de Campos (Espírito), temos a oração que Jesus faz ao final da última ceia, e depois a do Horto, e explicações do porquê dos fatos.

Acompanhe conosco o estudo do livro Boa Nova capítulo a capítulo

 

  1. Em sua oração o Mestre diz: “Glorifiquei-te na Terra, testemunhei tua magnanimidade e sabedoria e consumo agora a obra que me confiaste. Neste instante, pois, meu Pai, ampara-me com a luz que me deste, muito antes que este mundo existisse!…”
  2. a)   Aqui Jesus mostra a grandeza do Pai: seu amor e sabedoria, em tudo o que faz para nós;

    b)   Ou seja, Jesus nos mostra o Deus Amor;

    c)    Quando diz: “ampara-me com a luz que me deste, muito antes que este mundo existisse”, Jesus deixa claro que já era um Espírito Crístico antes de a Terra existir;

    d)   Ao pedir amparo, deixa claro que não é Deus, pois mostra com isso a superioridade do Pai;

    e)    Nada de Santíssima Trindade.

     

  3. Depois diz o Mestre: “…por pertencerem só a ti, de cujo amor viemos todos para regressar à tua magnanimidade e sabedoria, quando houvermos edificado o bom trabalho e vencido na luta proveitosa.”
  4. a)   Mais uma vez Jesus se coloca como criatura, e não como Criador, que é único;

    b)   O Mestre confirma também que todos um dia seremos perfeitos.

     

  5. Mais a frente diz nosso Amigo: “Pai justo, o mundo ainda não te conheceu; eu, porém, te conheci e lhes fiz conhecer teu nome e a tua bondade infinita, para que o amor com que me tens amado esteja neles e eu com eles esteja”.
  6. a)   Aqui Jesus explicita a realidade do amor que Deus tem por todos nós;

    b)   E quem ama de forma suprema nunca castiga, mas corrige;

    c)    O amor de Deus estar em nós significa saber que o Pai nos ama;

    d)   E Jesus estar conosco quer dizer que seu exemplo ficaria em nosso coração, para que amássemos uns aos outros como ele nos ama;

    e)    Ao dizer que o mundo ainda não conheceu o Pai, Jesus também esclarece que, antes dele, nossa visão de Deus era errada;

    f)     E essa visão se manteve até hoje por causa das distorções mitológicas que as religiões implantaram no Cristianismo;

    g)   Por isso Jesus previra a vinda de um outro Consolador, o Espírito da Verdade, que restabeleceria seus ensinos;

    h)   O Espírito da Verdade já iniciou seu trabalho com Allan Kardec e Chico Xavier, maiores tradutores da Revelação Espírita;

    i)     E o Consolador prometido continuará seu trabalho, estabelecendo no plano físico o Mundo de Regeneração;

    j)     Daí a urgente necessidade de eliminar a mitologia de nossa visão do Pai, guiando-nos pelos Atributos de Deus, de acordo com a visão que Jesus mostra na oração.

     

  7. Em seguida, o autor espiritual narra o fato de os discípulos terem dormido, enquanto Jesus orava no Horto. Descreve também como todos abandonaram Jesus.

a)   Mas o Mestre dá o perfeito exemplo de como aceitar os desígnios de Deus com relação a nós;

b)   Mostra-nos que todos temos nossos instantes de testemunhos solitários;

c)    São os momentos em que temos que mostrar nossa compreensão de que a vontade do Pai é sempre a melhor, nunca nos revoltando;

d)   João, que era um dos discípulos que mais amava o Mestre, não entendia porque dormira no momento da oração;

e)    Uma noite Jesus lhe aparece com todo seu resplendor, e explica:

f)     “João, a minha soledade no Horto é também um ensinamento do Evangelho e uma exemplificação! Ela significará, para quantos vierem em nossos passos, que cada Espírito na Terra tem de ascender sozinho ao Calvário de sua redenção, muitas vezes com a despreocupação dos seres mais amados do mundo. Em face dessa lição, o discípulo do futuro compreenderá que a sua marcha tem que ser solitária, uma vez que seus familiares e companheiros de confiança se entregam ao sono da indiferença! Doravante, pois, aprendendo a necessidade do valor individual no testemunho, nunca deixes de orar e vigiar!”

g)   É preciso entender em definitivo que quem está gravemente doente tem que ir para o hospital, e lá tomar as medicações que precisa para se curar;

h)   A Terra, como planeta-hospital, propicia a todos os melhores medicamentos para curar nossas doenças morais;

i)     E o método para que a cura venha mais depressa e com menos dor é colocarmos nos remédios ―os momentos de dificuldade― o mel de nossa prática do amor ao próximo, sem melindres.

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