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A oração do Pai Nosso na visão do Deus Consolador

Enviado por on 27/10/2013 – 22:04
Reprodução

Pedimos aos nossos instrutores espirituais se podiam nos ajudar a compreender a oração do Pai Nosso, deixada a nós por Jesus de Nazaré em sua passagem pelo plano físico, à luz desta nova fase da Revelação Espírita, que busca restabelecer os ensinamentos de Jesus com a visão do Deus Consolador.

Eis então que um deles, que se identificou por “Espírito Amigo”, explicou-nos o Pai Nosso traduzindo alguns dizeres para uma linguagem mais atual, e também livre de mitos e até mesmo da palavra “mal”, cujo conceito, segundo ele, deixará de existir no novo Ciclo de Regeneração que se inicia:

Pai nosso que está no céu

Amado seja o seu nome

Que saibamos viver o seu reino pela prática da Caridade e da Humildade, colocando-o em nossos corações

Ajuda-nos a entender que a sua vontade é sempre a melhor

O pão nosso de cada dia, para o corpo e para a alma, dá-nos hoje e sempre

Ensina-nos a perdoar, para que saibamos perdoar a nós mesmos

Auxilia-nos a vencer nossas tendências em persistir no erro, para que possamos evoluir pelo caminho do Amor e da Paz

Que assim seja

Explicaram-nos nossos instrutores espirituais:

a) Amado, e não santificado, porque a compreensão real de quem é nosso Pai —o supremo Amor, a suprema Humildade e a suprema Caridade— levará ao amor, e nunca ao temor;

b) O Reino dos Céus é toda a criação, e todos estamos inseridos no imenso Oceano de Amor do Pai, o tempo todo. Portanto cabe a nós senti-lo e vivenciá-lo, aprendendo sobre a Caridade e a Humildade, as virtudes que Jesus nos ensinou;

c) Entender que o Pai nos ama acima de tudo, nunca nos condena ou sequer julga —mas sempre auxilia— também ajuda a entender que a vontade dele sobre nossa vida e nossos caminhos será sempre melhor que a nossa visão, ainda parcial, sobre a verdade;

d) Como o Pai não condena, nem julga, também não precisa perdoar. Quando não conseguirmos enxergar e corrigir nossos erros por nós próprios, ele nos ajudará colocando ao nosso redor quem precise dos mesmos remédios, para que, pelo amor ao próximo, possamos alcançar a cura de nossas doenças morais;

e) E como o “mal” não existe —apenas o erro, que faz parte do aprendizado; e a insistência no erro, resultado da cegueira do orgulho—, podemos pedir ao Pai a força para superar nossas próprias tendências em errar. E assim alcançarmos a paz que nosso Mestre sinceramente desejou a homens e mulheres de Boa Vontade.

 

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