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Homossexualismo na visão de Jesus e do Espiritismo

Enviado por on 26/01/2015 – 22:59
Essygie/CC

É impossível negar, que todo conteúdo doutrinário espírita está na moral do Evangelho de Jesus. Vamos então trazer alguns trechos do Evangelho e também de obras espíritas para tentar compreender melhor o homossexualismo, que já estudamos sob a visão do Deus Consolador.

Vejamos então o que diz o Mestre em Mateus, 19:3- 12:

Foram ter com ele os fariseus para o tentar e disseram-lhe:
“É lícito a um homem repudiar sua mulher por qualquer motivo?”
Ele respondeu dizendo:
“Não lestes que quem criou o homem no princípio, criou-os homem e mulher,” (no capítulo XXII de O Evangelho Segundo o Espiritismo está macho e fêmea) “e disse: Por isso deixará o homem pai e mãe, e juntar-se-á com sua mulher, e os dois serão uma só carne? Por isso não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, não se separe o que Deus juntou.
Por que mandou Moisés – replicaram eles – dar libelo de repúdio e separar-se?
Respondeu-lhes: “porque Moisés, por causa da dureza de vosso coração, permitiu-vos repudiar vossas mulheres; mas no princípio não foi assim”.

Nos versículos 10 ao 12 lemos:

Disseram-lhes os discípulos: “Se tal é a condição do homem a respeito de sua mulher, não convém casar”. Eles disse-lhes: “Nem todos compreendem esta palavra, mas (somente) aqueles a quem foi concedido. Porque há eunucos que nasceram assim do ventre de sua mãe, há eunucos a aquém os homens fizeram tais e há eunucos que a si mesmo se fizeram eunucos por amor do reino dos céus. Quem pode compreender, compreenda”.

No capítulo XVII de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, item 3, diz Kardec:

“Deus quis que os seres se unissem, não só pelos laços carnais, mas também pelos da alma, a fim de que a mútua afeição dos esposos se estenda aos filhos, (…)”.

Mais no final do item, diz:

“Dupla desgraça, que se evitaria se, nas condições do matrimônio, não se esquecesse a única lei que o sanciona aos olhos de Deus: a lei do amor”.

No item 5 do mesmo capítulo, “O Divórcio”, diz Kardec:

“Mas acrescenta: “no princípio não foi assim”, ou seja, na origem da humanidade, quando os homens ainda não estavam pervertidos pelo egoísmo e pelo orgulho, e viviam segundo a lei de Deus, as uniões, fundadas na simpatia recíproca e não sobre a vaidade ou ambição, não davam motivo ao repúdio”.
(…) “quem criou o homem no princípio, criou-os homem e mulher?” (Em Kardec: macho e fêmea).

No capítulo 6 (Evolução e Sexo) de “Evolução em Dois Mundos” , nos diz André Luiz sobre o aparecimento do sexo:

“Dobadas longas faixas de tempo, em que bactérias e células são experimentadas em reprodução agâmica (multiplicação celular), eis que determinado grupo apresenta no imo da própria constituição qualidades magnéticas positivas e negativas que lhe são desfechadas pelos Orientadores Espirituais encarregados do progresso devido ao planeta. Pressente-se a evolução animal em vésperas de nascer.”

No fim do último parágrafo diz André Luiz:

“(…) essas bactérias, que exprimem figura importante de função no trabalho evolutivo da natureza, são compelidas ao movimento, em que não apenas se atraem umas às outras, nos prelúdios iniciais da reprodução sexuada (…)”.
Ainda em “Evolução em Dois Mundos”, capítulo 18, nos diz André Luiz em Origem do Instinto Sexual:
Todas as nossas referências a semelhantes peças do trabalho biológico, nos reinos da Natureza, objetivam simplesmente demonstrar que, além da trama dos recursos somáticos, a alma guarda a sua individualidade sexual intrínseca, a definir-se na feminilidade ou na masculinidade, conforme os característicos acentuadamente passivos ou claramente ativos que lhe sejam próprios.”
“A sede real do sexo não se acha, dessa maneira, no veículo físico, mas sim na entidade espiritual, em sua estrutura complexa” (ação do psiquismo).

Preste atenção quando André Luiz confirma que a vida se inicia além do próprio átomo, ao dizer:

“E o instinto sexual, por isso mesmo, traduzindo amor em expansão, vem das profundezas, para nós ainda inabordáveis, da vida, quando agrupamentos de mônadas celestes se reuniram magneticamente umas às outras para a obra multimilenária da evolução, ao modo de núcleos e elétrons na tessitura dos átomos, ou dos sóis e dos mundos nos sistemas macrocósmicos da imensidade.”
“Por ele, as criaturas transitam de caminho a caminho, nos domínios da experimentação multifária, adquirindo as qualidades de que necessitam; com ele, vestem-se da forma física, em condições anômalas, atendendo a sentenças regeneradoras na lei de causa e efeito (eunucos que nascem assim de suas mães – de Jesus) ou cumprindo instruções especiais com fins de trabalho justo (eunucos pelo reino dos céus – de Jesus).

1. O que entendemos por estes trechos?
a) É Jesus afirmando que o homem físico foi criado homem e mulher (macho e fêmea);
b) E André Luiz a nos mostrar o início da reprodução sexuada pela troca de qualidades magnéticas positivas e negativas das bactérias; ainda anteriormente das mônadas.
c) Assim a afirmação que fazemos da dualidade sexual no plano físico, não é nossa;
d) Mas de Jesus e André Luiz;
e) Mais referência doutrinária, impossível;
f) Foi assim que Jesus planejou e executou;
g) É assim que a natureza age;
h) É isso que é natural

2. Vamos entender o porquê da reprodução sexuada:
a) Na reprodução agâmica, a bactéria se multiplica em outra exatamente igual;
b) Por meio de tal reprodução, nós só poderíamos ser uma gigantesca bactéria, como corpo físico, sem a diferenciação celular;
c) E não poderíamos servir, como corpo físico, de instrumentos de evolução para o Ego;
d) Só através da reprodução sexuada, é possível estruturar a genética com infinitas possibilidades de diferentes corpos e da necessária diferenciação celular;
e) Mais uma vez, Jesus e a natureza a definir no plano físico a bipolaridade sexual;
f) Se isso contraria a ordem natural das coisas, por favor, mostrem-nos;
g) Não se esqueçam, porém, que Jesus, na passagem de Mateus, confirma tudo isso, enquanto diz:
h) “(…) mas no princípio não foi assim”.
i) E a confirmação de Kardec no item 5 do capítulo 6 de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”.

3. Quanto à mecânica da Psiquê Humana:
a) Por favor: acompanhem os versículos 10 ao 12 no início:
b) “Porque há eunucos que nasceram assim do ventre de sua mãe (…)”
c) Desde o Egito antigo, sabemos serem os eunucos, os escravos que eram castrados;
d) Ficando impossibilitados da prática sexual;
e) A estes Jesus se refere, quando diz: “(…) há eunucos a quem os homens fizeram tais (…)”;
f) Mas os que nascem do ventre da mãe, não nascem castrados;
g) Ou Jesus errou, ou a “castração” (assexualidade) é psíquica;
h) Como Jesus não pode errar (…);
i) Não cabe aqui repetir o que já foi feito, quanto às causas de tal processo psíquico, que são confirmadas no texto de André Luiz;
j) Mas Jesus ainda separa os casos ao dizer “(…) e há eunucos que a si mesmo se fizeram eunucos por amor ao reino dos céus.”;
k) Confirmando a dificuldade de compreensão do tema, o Divino Mestre conclui: “Quem pode compreender, compreenda.”.

4. Podemos ver aqui a importância do tema:
a) Diz Jesus: “Nem todos compreendem estas palavras, mas (somente) aqueles a quem foi concedido”;
b) E levou dois mil anos, para a Doutrina Espírita nos trazer o esclarecimento;
c) A importância é tal, que mesmo sem poder explicar a fundo, Nosso Mestre, em sua perfeição, nos deixou de forma sucinta a explicação;
d) Notemos ainda, que dentro do texto, Jesus não proíbe o divórcio quando diz: “Não se separe o homem o que Deus juntou”;
e) Está muito evidente que o que Jesus diz é: Não desfaça o homem, pela falta de amor, a dualidade criada por Deus (aliás, confirmado por Kardec);
f) Reafirmando, ao colocar a fidelidade como ponto fundamental do casamento.

5. A Doutrina Espírita explica, no Livro dos Espíritos:

Questão 200) Os Espíritos têm sexo?
– Não como o entendeis, porque os sexos dependem da constituição orgânica (…)
Aqui se referem ao sexo manifesto no corpo físico (revejam a colocação de André Luiz).
Questão 201) O Espírito que animou o corpo de um homem pode animar o de uma mulher, numa nova existência, e vice-versa?
– Sim, pois são os mesmo Espíritos que animam os homens e as mulheres.

a) Referindo-se ao corpo físico, Jesus afirma sermos homens e mulheres;
b) Os Espíritos Superiores afirmam que o espírito não tem sexo;
c) E que eles dependem da constituição orgânica;
d) Mas André Luiz em “Evolução em Dois Mundos”, afirma que a estrutura da manifestação sexual, está nas profundezas da mente do Ego;
e) Então cada Ego é capaz de se manifestar com qualquer uma das polaridades, no corpo físico;
f) Dependendo de suas necessidades de aprendizado em sua encarnação, conforme confirma a questão 202 de “O Livro dos Espíritos”.

6. Não mais Eunuco – mas Assexuado.
a) Hoje nós podemos perfeitamente trocar a palavra eunuco por assexuado;
b) É claro que não para os castrados;
c) E Jesus define bem as duas condições, para alguém reencarnar assexuado:
d) “Do ventre de sua mãe”, afirmado por André Luiz;
e) E por opção, para a melhor condição de executar trabalho “pelo reino dos céus”, também confirmado por André Luiz;
f) Então, ninguém nasce homossexual;
g) Nas duas situações, há a assexualidade;
h) O homossexualismo só ocorre quando há a prática sexual entre pessoas do mesmo sexo;
i) Duas pessoas do mesmo sexo, que se amam, sem praticar o ato sexual, estão praticando o amor assexuado;
j) E isto sim, é natural; diferente, mas natural.

7. Uma só carne – Jesus – Assexualidade.
a) Vamos prestar muita atenção novamente, que quando Jesus fala sobre os eunucos, ele deixa claro a dificuldade de compreensão do assunto;
b) Porém, mais uma vez, ao demonstrar a unicidade de Deus e que somos semelhantes a ele;
c) Pois temos todos os seus atributos, a Doutrina Espírita nos esclarece sobre isso;
d) Se Deus é único, ele não é homem e nem mulher;
e) Sendo Deus a causa primária, ele cria e nunca procria;
f) Os Espíritos Superiores afirmam, várias vezes, que o que procria é o corpo;
g) O Espírito não procria;
h) E como somos semelhantes a ele, em todos seus atributos, também, como Egos, não podemos procriar;
i) Mas podemos criar;
j) Não como causa primária, mas como secundária.

8. O que seria criar?
a) Quando um pintor faz uma tela, ele está criando;
b) A tela é uma criação sua, e não procriação;
c) Por mais que o próprio pintor tente, ou outro pintor;
d) Eles nunca farão um quadro exatamente igual ao primeiro;
e) Poderá ser muito semelhante, mas nunca igual;
f) Então uma criação será sempre uma coisa única;
g) E para isso precisamos usar nossa força criativa.

9. “Uma só carne”.
a) Em tudo que fazemos, usamos nossa força criativa;
b) Mas é preciso meios e recursos para usá-la;
c) Além de sua criatividade, o pintor precisa de tinta, tela, pincel, etc.;
d) Em nosso estágio evolutivo, nós, Egos, precisamos de corpo físico, para aprendermos no plano físico;
e) E o grande motivo para tudo isso, é aprendermos a amar nosso próximo;
f) Para isso, é preciso haver troca de amor;
g) Cuja grande base de sustentação é a família;
h) Por isso, o instinto de preservação e a consanguinidade;
i) Como vimos, só pela dualidade da manifestação de nossa sexualidade podemos gerar nossos filhos;
j) Que mesmo sendo gêmeos univitelinos, possuem características psíquicas absolutamente próprias;
k) Para isso, porém, criou Deus a dualidade da manifestação da força criativa;
l) Que em si é única.

10. Por quê?
a) Através do instinto de procriação, Deus aproxima, no plano físico, os seres de polaridade opostas;
b) Pelo instinto de preservação, os une no esforço pela manutenção da prole;
c) Iniciando-nos no aprendizado do amor universal;
d) Contudo, para que tudo isso aconteça, criou Deus as necessidades diferenciadas da vida física;
e) Que exigem diferentes formas de comportamentos;
f) A exigir diferentes formas de criatividade;
g) Também exigindo, para funcionar com perfeição, a união dos diferentes tipos de esforços do casal;
h) Que só ocorre pela união psíquica da força criativa da mulher, e da força criativa do homem;
i) Tornando-se una com essa união;
j) Pois, psiquicamente, o casal se assexua pela união de seus tipos de manifestação da força criativa;
k) Fazendo com que, psiquicamente, os dois corpos sejam um só;
l) Ou, uma só carne.
m) Repetimos: psiquicamente, uma força criativa assexuada.
n) Daí a fundamental importância da fidelidade conjugal.

11. União psíquica e perispírito.
a) Baseados em tudo que dissemos, quando ainda precisamos da dualidade para tornarmos nossa força criativa única, no plano físico;
b) E se essa força criativa só é completa com a união da dualidade homem-mulher;
c) Pois sendo única, ela é assexuada, já que o Ego não é homem e nem mulher;
d) Então, é preciso sermos, pela união de nossa sexualidade, homem-mulher uma só carne;
e) E isso só pode acontecer pela união monogâmica e com absoluta fidelidade entre o casal;
f) Mas, como vimos, a união da dualidade só pode ocorrer em nível de psiquismo;
g) E ele está no perispírito e não no corpo físico;
h) Por isso, todo uso de nossa sexualidade de maneira antinatural;
i) Poligâmica ou por infidelidade;
j) Terá consequências desequilibrantes e de deformação, de maneira mais rápida, no perispírito, através do psiquismo;
k) E, mais lenta, no corpo físico.
l) E qualquer bom médium vidente poderá verificar isso, pela diferença de apresentação:
m) Da beleza do corpo físico e do perispírito, em pessoas com grande desequilíbrio da sexualidade.

12.Mas não podemos aqui, se olharmos apenas para o perispírito, entender que psiquicamente um casal de homossexuais tenha sua formação psíquica diferenciada?
a) Isso pode acontecer sim:
b) Desde que o casal seja constituído por um ativo e um passivo, ou seja, o que estiver em um corpo masculino, tenha um psiquismo feminino, com a função passiva, e o ativo um psiquismo masculino; o mesmo valendo para um casal de mulheres.

13. Se é a união do psiquismo que está no perispírito e não no corpo físico, psiquicamente não haverá a união correta, mesmo não acontecendo no corpo físico?
a) Sem dúvida, desde que haja o passivo e o ativo.
b) Porém, se tiverem o mesmo psiquismo, haverá o desequilíbrio e deformação do perispírito.
c) Ainda, isto invalida também, a bissexualidade.

14. Podemos entender então, que havendo o passivo e o ativo, com os psiquismos diferenciados, não haverá o desequilíbrio do perispírito?
a) É lógico entender que sim.
b) A prática sexual, sob o ponto de vista perispiritual, é correta e não causa desequilíbrio.
c) Eis a razão pela qual um casal homossexual nesta condição, se não sofrer com as atitudes preconceituosas, consegue muitas vezes ser mais feliz que um casal hétero.
d) Também a lógica nos diz que as regras necessárias a uma boa atitude de respeito ao convívio social, valem, também, para os casais homo:
e) Comportamentos íntimos como beijos na boca, e outros, devem ser praticados na intimidade do casal.
f) Pois da mesma forma que os casais homo sofrem com as agressões morais, as atitudes que têm a intenção de escandalizar, são também agressões morais.
g) As regras sociais são as mesmas e devem ser obedecidas.

15. E o corpo físico, como fica?
a) Já vimos em outro artigo, que quem fornece a energia vital às células físicas, para que se mantenham vivas e se repliquem, é o perispírito.
b) Assim se ele estiver equilibrado, é lógico que passe bons fluidos ao corpo físico.
c) Sendo assim, o corpo físico só dependerá de outros comportamentos além do sexual.
d) Fica claro, também, a absoluta necessidade da fidelidade do casal.
e) A única coisa que não está de acordo com o natural, é a procriação.

16. Como ficam os assexuados (“eunucos” de Jesus)?
a) Jesus nos deu a resposta:
b) Tanto os que vierem por correção, como os que optarem para a realização de trabalhos;
c) Estão na mesma condição, pois ou são ou se tornaram assexuados;
d) Então, a NÃO prática sexual, pela não dualidade física, por opção,
e) Mostra aos assexuados um caminho paralelo de notável possibilidade evolutiva;
f) A sublimação de sua sexualidade;
g) Que trará a eles grande paz e felicidade;
h) Além de melhorar muito a sua criatividade e inteligência;
i) Melhorando ainda sua capacidade de realizações na vida;
j) Fazendo aflorar, neles, a condição do amor universal;
k) Pois, seja qual for a causa, essas pessoas detêm grande capacidade de amar.
l) Da mesma forma que para os casais héteros é necessário o absoluto respeito entre eles e pelo convívio social, o mesmo é necessário para os casais homo.
m) Sendo muito claro o respeito absoluto que temos que ter por todos.
n) Necessário ainda esclarecer, que no caso dos que se assexuam para o desempenho de trabalhos importantes, na maioria das vezes o fazem para facilitar seus trabalhos, sendo importante manter sua condição.

Por fim, é importante dizer que temos buscado conceitos baseados na Doutrina Espírita para traçar estas linhas sobre o homossexualismo. Isto porque temos nos informado, pelos órgãos de divulgação doutrinária, de orientações que são discordantes com aquilo que vemos com Jesus, através do Evangelho e dos próprios livros da Doutrina.

Vale também salientar que nossa única e exclusiva intenção é de esclarecer, para evitar sofrimentos, que nos são mostrados no esclarecimento pelo trabalho mediúnico.

Procuramos traçar conclusões sempre dentro das orientações doutrinárias, e nunca em nossas próprias opiniões. Repudiamos com firmeza qualquer ato de desrespeito às opções sexuais; e mais ainda atos de violência, que para nós deveriam ser tratados pela justiça como crime, que é o que realmente são.

Por isso, nunca achamos demais repetir: sempre seremos gratos a alertas, que baseados em fatos, demonstrem nossos erros de forma lógica e racional, através de um diálogo respeitoso. Sabemos também, como Espíritas que somos, que pela Lei de Evolução tudo é sempre aprendizado, e escrevemos aqui pelo amor e desejo de felicidade que temos por todos os nossos irmãos.

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