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A conclusão da Revelação Espírita e o fim da mitologia

Enviado por on 16/02/2016 – 06:56
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Continuamos a publicar os capítulos do livro “Kardec (em Espírito) corrige ´O Livro dos Espíritos'”. Já vimos que o sincretismo foi necessário para trazer a Doutrina Espírita para o Brasil, mas atualmente ele representa um risco. Isso porque ele mistura mitologia com fé racional, e isso nos afasta de Deus, de Jesus e da realidade.

Porém, um detalhe costuma passar despercebido da maioria dos espíritas —a Codificação foi apenas uma das fases da Revelação Espírita. A Revelação Espírita ainda não está concluída. E sua conclusão, que está próxima, trará o fim da mitologia e o restabelecimento da verdade, como prometido por Jesus.

CAPÍTULO 16
(leia os capítulos anteriores)

156. O que você quer dizer com a conclusão da Revelação Espírita? Ela já não está concluída?
Já vimos que, segundo Kardec, não. Relembremos que ele dividiu a Revelação em seis fases, na Revista Espírita, conforme colocado acima:
a) As três primeiras fases foram trazidas por ele, na França;
b) A quarta, que ele chamou de Fase Religiosa, foi trazida também por ele, não por acaso reencarnado como Chico Xavier;
c) A quinta fase também está sendo trazida ao plano físico por Kardec, agora desencarnado, e mostra Deus conforme seus atributos;
d) A sexta fase será trazida ao plano físico pelo próprio Espírito da Verdade, reencarnado, e será a implantação social, pela Lei da Caridade, de todas as normas trazidas pela Revelação Espírita, que por serem normas universais pertencem a todos, sem serem criação da Revelação Espírita;
e) Isso sem contrariar nenhum dos Atributos de Deus, por nós conhecidos.

157. E o que a conclusão da Revelação Espírita tem a ver com o fim da Mitologia?
a) Toda a cultura social do mundo ensina que Deus julga, pune, castiga, faz-nos sofrer por causa de nossas maldades, que todo “mal” tem que ser castigado;
b) Por mais que queiram fazer de Deus alguém “bonzinho”, continua existindo o “olho por olho, dente por dente”, disfarçado;
c) Veja no próprio Espiritismo algo que se repete em muitos centros ou federações: “você tem que colher tudo o que plantou”, ou: “a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”;
d) Em outras palavras, se plantou o bem, colhe o bem; se plantou o mal, colhe o mal;
e) Por acaso isso não contraria a afirmação dos Espíritos a Kardec sobre expiação: “fazer maior bem que o ‘mal’ que se tenha feito (…)” (“O Livro dos Espíritos”, questão 770-a)?

158. Mas fazer o bem é expiação? Não entendi.
a) Quando você está sendo muito infeliz, ou em uma situação de muita dificuldade, o que você mais quer é sair desta situação, certo?
b) Você consegue realmente olhar ao redor e ver que há alguém mais infeliz que você? Ou continua olhando apenas para seus problemas?
c) Se você não consegue alguém que o ajude a “sair dessa”, não fica muito difícil resolver as coisas?
d) E isso não aumenta o seu tempo de infelicidade ?
e) Mas se aparece alguém com “aquela mãozinha”, fica bem mais fácil vencer a dificuldade;
f) E o que esse alguém está nos fazendo? O bem ou o “mal”?
g) Se estiver aliviando sua infelicidade e ajudando a superar seus problemas, só pode ser um bem!
h) Mas, se como dizem os Espíritas, estamos sofrendo porque estamos colhendo o “mal” que fizemos, isso significaria que nosso sofrimento é fruto do “mal”;
i) E ele continua sendo sofrimento, até que algo bom venha aliviá-lo;
j) Então só o bem pode transformar os efeitos do “mal”;
k) O “mal” jamais elimina a “mal”, somente o prolonga;
l) Portanto, fazer o bem não é a melhor maneira de corrigir o “mal”: é a única.

159. Então como sair dessa visão negativa de expiação e sofrimento?
a) Já dissemos isso, mas vamos repetir: praticar a Caridade seja qual for a situação;
b) Saber olhar ao redor e ver que sempre há, sim, alguém que sofre mais que nós;
c) Porque o sofrimento é sempre uma questão de ponto de vista;
d) Aquilo que parece um grande sofrimento para o outro pode não ser para nós, e vice-versa;
e) Sempre podemos fazer o bem, nem que seja um simples sorriso, uma palavra de incentivo, uma demonstração de compreensão, etc.
f) No livro “Jesus no Lar”, nosso Mestre fala da Caridade escondida e a define como: “todo ato que praticamos de nunca falar ‘mal’ de alguém, fazer parar em nós todo ato de maledicência, não levando isso avante; reagir sempre com compreensão às agressões que nos fazem; se não pudermos fazer algo de material por alguém, tratá-los com carinho, orando àquele que sempre tem as perfeitas soluções para tudo: nosso Pai”;
g) Nosso querido Mestre nos mostra que, por maior que seja a nossa pobreza, sempre podemos fazer algo de bom em nosso núcleo social;
h) Ao contrário do que muitos pensam, fazer o bem é muito mais fácil do que não fazê-lo;
i) Inclusive é muito mais fácil fazer o bem que fazer o “mal”. Só assim chegamos mais rapidamente à felicidade que nos aguarda nos planos superiores e neste mesmo;
j) E Jesus provou isso nascendo em um estábulo, vivendo sem ter posse alguma e morrendo no Calvário;
k) Perguntamos: quem conseguiu sequer chegar perto dele, por mais posses que tivesse?

160. Mas você está falando de Jesus; e Jesus é Jesus…
a) Sim. Se ele fez coisas que só no futuro poderemos fazer, como a multiplicação dos pães e peixes;
b) Ele afirmou que muito do que ele fazia, nós também poderíamos fazer;
c) E seus apóstolos e discípulos provaram isso;
d) É preciso compreender em definitivo que nosso Mestre veio nos ensinar tudo o que devemos e podemos fazer, e não o que ele pode fazer;
e) Como explicamos no capítulo 10, a visão mitológica e distorcida de séculos de mitologia é que nos impediu, até agora, de enxergar isso com clareza;
f) Quem foi ver a sopa do Chico, aos sábados, se prestasse atenção veria algo parecido com a multiplicação dos pães, pois a sopa só acabava quando não tinha mais ninguém na fila, muito embora a quantidade inicial feita não fosse suficiente para todos;
g) Nossos amigos desencarnados têm muito mais recursos que nós;
h) Desde que seja para o bem, eles sempre suprem as nossas deficiências;
i) Não fosse assim, nossa humanidade encarnada já não existiria mais;
j) É por isso também que a boa vontade é fundamental;
k) Ela abre para nós todas as possibilidades que os desencarnados, voltados para o bem, têm de nos ajudar, tornando o “impossível”, possível.

161. E como eles suprem nossas deficiências?
a) Muito embora sabendo que possamos ser criticados por esta convicção, acreditamos que o bem precisa aparecer muito mais do que ele aparece;
b) Por que o “mal” tem que ser tão “cara de pau”, esforçando-se para aparecer, e o bem não?
c) Sabemos que nosso querido Mestre fazia o bem às escondidas, mas na maior parte das vezes ele o fazia à vista de todos;
d) Ora, o Espírito da Verdade nos disse que o bem contamina muito mais que o “mal”. Então por que escondê-lo e deixar que somente o “mal” contamine os ingênuos?
e) Mais que suprir nossas deficiências, os Espíritos elevados complementam nosso “óbolo” para atender as necessidades daqueles a quem nos dispomos a ajudar;
f) Para exemplificar, contaremos dois casos: o primeiro foi numa véspera de Natal, quando fomos distribuir um panetone e uma latinha de cerveja a alguns moradores de rua alcoólatras;
g) Qual não foi nossa surpresa ao ver na entrega que a latinha de cerveja que pegamos quente no mercado, estava geladinha, sem que tivesse sequer passado perto de uma geladeira;
h) A segunda vez aconteceu quando, em uma noite muito fria, fomos levar um cobertor a alguém que estava dormindo na rua;
i) Qual não foi nossa surpresa quando, pela vidência, pudemos ver socorristas desencarnados colocando um colchão fluídico por baixo da pessoa;
j) Esclareceram-me que faziam isso, pois em noite de intenso frio aquelas pessoas poderiam desencarnar com a forte friagem que vinha por baixo do corpo;
k) E que faziam isso também com os que não tinham cobertor;
l) Acredite: os socorristas desencarnados fazem muito mais por nós do que possamos imaginar.

162. Você disse que o Espírito da Verdade, reencarnado, fará aplicar os Postulados Espíritas na nova organização social da Terra. Não será o Espiritismo que será implantado?
a) Dizer que quem organizará a nova sociedade terrestre será o Espiritismo seria o mesmo que dizer que a Física seria a única Ciência que restaria;
b) E que ela, sozinha, daria conta de todo o conhecimento necessário ao ser humano;
c) Pensar em uma religião única será sempre uma atitude altamente sectária;
d) Colocaria o Espiritismo como única possibilidade de “salvação”, o que seria um engano.

163. Mas o Espiritismo não é um excelente caminho para a salvação?
a) Lembre-se que Kardec combateu o postulado católico “Fora da Igreja não há salvação”;
b) Como já vimos no capítulo 2, sob o ponto de vista religioso, a palavra salvação significa ir para o paraíso, ou ainda, não ir para o inferno;
c) Segundo a Igreja, só quem for Católico e batizado poderia se livrar do inferno. Uma atitude absolutamente sectária;
d) Kardec propôs alterar esta compreensão para: “Fora da Caridade não há salvação”, em uma atitude bastante ecumênica;
e) Porém, perceba que a palavra salvação continuou na concepção de Kardec;
f) Já vimos que a Caridade tem muito pouco a ver com processo religioso e tudo a ver com normas de comportamento social;
g) Por isso retiramos a palavra salvação do referido postulado espírita, e a substituímos por solução, a pedido do próprio Kardec;
h) Assim removemos toda conotação mítica e mística deste postulado:
i) Pois a solução passa a ser “construir o Paraíso aqui e agora, no plano físico”, ao invés de esperar o desencarne para encontrá-lo;
j) Que outra maneira teríamos para implantar o Ciclo de Regeneração, que nada mais é que construirmos um sistema planetário de convívio social baseado no amor ao próximo?
k) Isto é vivenciar o Reino de Deus plenamente aqui na Terra, mais precisamente no plano físico;
l) Implantar o Espiritismo como religião única, seria o mesmo que dizer que: “Fora do Espiritismo não há salvação”;
m) E isso seria dar continuidade ao sincretismo Católico-Espírita, a nos levar a atitudes sectárias;
n) Lembremos que a existência do Espiritismo no Brasil se deve muito mais ao ecumenismo dos católicos brasileiros, que simpatizam com os postulados espíritas e os praticam muito mais, que os próprios espíritas.

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164. Mas como a Caridade, por si só, será a solução para todos os problemas do mundo atual?
a) Vamos lembrar que praticar a Caridade é sempre, e em qualquer circunstância, fazer o bem;
b) E fazer o bem é sempre trabalharmos pela felicidade de nosso próximo;
c) Mas quem faz isso está pensando no aqui e agora, ou seja, o que vou fazer para não prejudicar ninguém e trabalhar pela felicidade de todos, neste momento;
d) É procurar a todo o momento trabalhar pela felicidade de alguém;
e) Como nos disse o Espírito da Verdade, o bem contagia muito mais que o mal;
f) Veja o que acontece quando alguém que faz a sua obrigação de ser honesto: admiração e elogio de todas as partes;
g) Mas se a grande maioria da população elogia e admira uma atitude natural como a honestidade, isso significa que acham ser esta a atitude correta e, portanto, sabem o que devem fazer;
h) E alguns não o fazem por estarem inseridos numa cultura social onde ter sucesso é ficar rico, não importando os meios para isso;
i) Quando o Espírito da Verdade estiver encarnado, ele terá que trabalhar em uma situação de grandes convulsões sociais em todo o mundo;
j) Tendo que agir, embora com muito amor, com severa disciplina social para manter o equilíbrio necessário no Brasil;
k) E nosso Bezerra de Menezes, em várias mensagens, confirma o que o Espírito da Verdade nos tem dito em particular: que Jesus providenciou a reencarnação de milhões de Espíritos redimidos em nosso planeta, mas principalmente aqui no Brasil;
l) Eles darão ao Espírito da Verdade toda a sustentação necessária, por estarem capacitados a construir um sistema social baseado na Lei da Caridade.

165. Eu ainda não estou convencido!
a) Praticar a Caridade não é apenas se preocupar em fazer o próximo feliz?
b) E o bem não contagia mais que o mal?
c) Muito embora possam errar, os Espíritos redimidos nunca fazem o mal;
d) Ou seja: apenas fazem o bem, ou praticam a Caridade, contagiando a sociedade a fazer o mesmo, independente de condição evolutiva;
e) Você não precisa ser evoluído, bonzinho, humilde ou se preocupar com Deus;
f) Precisa apenas ter o interesse em ser feliz, mesmo que seja por egoísmo, mas pensando em fazer o bem;
g) Nesse processo final de implantação do Ciclo de Regeneração, entenderemos que a única maneira de sermos felizes, é copiarmos os felizes de verdade, ou seja, os que praticam a Caridade;
h) Então, interesseiramente, faremos o mesmo, sentindo-nos felizes;
i) Como temos em nós o atributo divino da felicidade, naturalmente gostamos, e muito, de sermos verdadeiramente felizes;
j) Continuando assim a fazer o bem, ou seja, praticando a Caridade, sendo felizes e desenvolvendo todas as outras virtudes que precisamos para chegarmos à perfeição;
k) A Caridade é tão eficiente que consegue até usar nosso orgulho e egoísmo para o bem, transformando-os em Humildade e fraternidade social.

166. Mas Jesus não disse que a sua mão esquerda não deve saber o que faz a sua direita? O orgulho não é fazer exatamente o contrário?
a) Jesus quis dizer com isso que jamais devemos cobrar o bem que fazemos: nunca pedir retorno;
b) Mas Jesus também disse que devemos amar ao próximo como a nós mesmos;
c) Portanto, não podemos é dar menos valor ao bem do próximo que ao nosso;
d) Se fizermos isso, não seremos felizes de verdade;
e) Preste atenção: quando somos interesseiros com nossa real felicidade e, com isso, buscamos fazer o bem ao próximo, estamos transformando nosso egoísmo em atitude caridosa;
f) Que “mal” pode haver nisso? Você não está pedindo retorno, apenas quer ser feliz!
g) Se Deus nos deu seus atributos de felicidade e de supremacia, por que não usar?
h) Ninguém deve jamais se culpar por querer ser feliz: “xô sentimento de culpa”!

167. E de onde vem essa culpa em querer ser feliz que a gente sente?
a) É preciso entender que parte disso é consequência do sincretismo das religiões cristãs, quando ensinam que só se vai para o “céu” quando se sofre (e quanto mais melhor);
b) O que forma o sentimento de culpa é a seguinte lógica emocional: como alguém tão bonzinho quanto eu pode pensar em ser feliz e perder o “Paraíso”?
c) Então o orgulho é que leva à tristeza gerada pela culpa em querer ser feliz, e não o possível engano cometido;
d) Ao contrário desta atitude emocional, a verdadeira Humildade ajuda a me encarar como realmente sou: imperfeito, e, portanto, capaz de cometer erros;
e) E assim, ao contrário de ficar me culpando, vou buscar meios de corrigir o que fiz, e ser feliz.

168. Voltando atrás, por que usar os Postulados Espíritas se não é o Espiritismo que salva?
a) Tudo o que uma Ciência descobre não se torna propriedade apenas dela;
b) Ao contrário: sempre que possível as outras Ciências usam tais conhecimentos;
c) Perceba que os Postulados Espíritas nem descobertas dele são:
— A Reencarnação é um conhecimento muito anterior;
— A existência da imortalidade do Espírito também;
— Lei de Causa e Efeito, como processo cármico, também;
— A Evolução Espiritual, idem;
— O amor ao próximo foi restabelecido por Jesus, a partir da Lei Mosaica;
— A Caridade como virtude necessária e suficiente para a solução de todos os problemas pessoais e sociais é de Jesus, e reafirmada por Paulo de Tarso.

169. Então está errado dizer Postulados Espíritas?
a) O certo seria dizer: “Postulados Revividos, Explicados e Provados pela Revelação Espírita”.
b) Mas isto não dá a ela o status de descobridora destes postulados;
c) São Leis Divinas que pertencem a todos os filhos de Deus.
d) Poderíamos, então, chamá-las apenas de Leis Divinas.

170. Há mais gente praticando a Caridade que o mal no mundo?
Se já somos um planeta de Regeneração, é claro que sim.

171. Então por que demorou mais de 150 anos para a Revelação Espírita se completar?
a) Se a natureza física não dá saltos, a espiritual também não;
b) É preciso respeitar o tempo da adaptação, não só individual, mas também social;
c) Daí a demora;
d) Como Revelação o tempo até que foi curto.

172. E por que esta fase da Revelação Espírita está chegando até nós por vocês, e não por federações ou órgãos espíritas superiores?
a) Ora, a quarta fase da Revelação Espírita não surgiu em trabalhos mediúnicos simples, em casas de amigos em Pedro Leopoldo e Uberaba?
b) Mesmo com a noção de quanto ainda precisamos trabalhar pela conquista da Humildade real, detectar a elevação das ideias de Espíritos como o Espírito da Verdade, como explicado, só depende da sincera boa vontade, e nunca de nossa moral;
c) Ele e Allan Kardec (Espírito) nos explicaram que ser evoluído é estar degraus acima na grande escada evolutiva;
d) Ainda, que os que estão degraus acima têm a obrigação de descer os degraus, para nos ajudar a aceleramos nossa evolução. Não foi o que Jesus fez? Quantos degraus ele desceu?
e) Saber em que degrau da escada se está é uma questão de Sabedoria, que é também um atributo nosso, dado por Deus;
f) Mas a Humildade é, junto com a Caridade, a mais importante das virtudes;
g) E a falta dela é forte sinal de orgulho, que não permite subirmos os degraus da escada evolutiva;
h) Ao nos acharmos superiores ou melhores que alguém, estamos demonstrando orgulho, e não Humildade;
i) Portanto, achar-se superior é uma atitude de orgulho, que um Espírito Evoluído não poderia ter;
j) Isso sem dizer que Deus cria a todos nós como seres supremos, através de seus atributos da Supremacia e da Unicidade;
k) Isso nos torna iguais, independente de nosso estado evolutivo;
l) Disse-nos o Espírito da Verdade: “somos mais evoluídos ou menos evoluídos, nunca superiores”;
m) E quem decidiu nos usar para isso foram eles. Nós apenas aceitamos por confiar neles, e, claro, aproveitar tão importante oportunidade de dar um passo à frente em nossa sabedoria;
n) Mas, o mais importante foi enxergar que tudo isso poderia esclarecer a muitos outros, e não somente a nós.

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