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Rápida explicação sobre o porquê da dor

Enviado por on 06/08/2017 – 18:51
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Neste capítulo de “Kardec (em espírito) corrige o Livro dos Espíritos”, vamos entender com mais detalhes o porquê dos choques dolorosos, como eles nos levam à nossa cura moral e como Deus tira os remédios de nossos próprios “males”. Para tanto vamos analisar comunicações do Capítulo 4 do livro “O Céu e o Inferno”, de Allan Kardec.

Ainda, por sabermos que nossos leitores são dedicados, vamos deixar de colocar as aspas nas palavras mal e males, ou outras, que não tenham as aspas, fica sempre subentendido que o mal não existe.

 

CAPÍTULO 33
(leia os capítulos anteriores)

 

400. Dá para explicar como a dor atua em nossa transformação?

a) Em todas as circunstâncias, seja como encarnados, no Umbral ou nas Trevas, a dor nos ensina a verdade das consequências de nossos atos;

b) Ela faz o papel do cinzel que burila nossas imperfeições, quando nos recusamos a fazer tal trabalho pela prática do cinzel do amor;

c) Por isso juntar tesouros no céu, aperfeiçoando nosso cinzel do amor.

d) Isso faz com que passemos a conhecer a verdade sobre nossos comportamentos com muito maior rapidez;

e) Evita também que venhamos a sofrer muito mais, pois sem a dor, continuaríamos a fazer o “mal” (Não vamos esquecer que só fazer o “mal” já é sofrer, pois não estamos sendo felizes de verdade);

f) É a dor que faz com que a vontade divina se cumpra. Deus não quer que um filho temporariamente perdido fique eternamente em situação de erro, já que isso sim seria uma espécie de “inferno”;

g) Portanto a dor jamais é um castigo, mas um alerta muito eficaz para nossas doenças morais;

h) E não é só a dor, mas todas as dificuldades;

i) Veja como fica claro o porquê do Umbral e das Trevas.

 

“O CÉU E O INFERNO”: O CASO DE NOVEL

“(…) enquanto uma luz implacável me iluminava os mais secretos recônditos da alma, que se sentia desnuda e logo possuída de vergonha acabrunhante.”

 

401. Isso não é um castigo?

a) Não senhor. É apenas uma maneira forte que a consciência de Novel usou para mostrar que no mundo espiritual não dá para disfarçar a realidade;

b) A luz tornando a alma desnuda mostra como ela realmente é;

c) E isso, com tamanha força capaz chocar, gravou na mente de Novel esta verdade, que ele nunca esqueceria;

d) Fez com que ele aprendesse coisas que poderia levar séculos para aprender, e com muito mais sofrimento;

e) Portanto não é um castigo, mas uma forma eficaz de acelerar sua evolução com muito menos dor. Lembremos a lei do mínimo de sofrimento, que nos leva, em tempo menor, a buscar a cura.

-E para reforçar temos:

“(…) os espíritos luminosos, flutuando no éter, davam-me a ideia de uma ventura a que eu não podia aspi-rar; formas sombrias e desoladas (…)”

f) Para reforçar o aprendizado, a consciência de Novel mostra um quadro comparativo entre os Espíritos venturosos e os iguais a ele;

g) Só que não era para que ele achasse que não era para ser venturoso;

h) Pelo contrário, esta imagem serviu para mostrar a ele onde poderia chegar, mudando seu com-portamento, o que foi esclarecido após ter recebido o socorro;

i) Só assim os Atributos de Deus são respeitados, e podemos enxergar em nosso Pai o Deus Amor.

 

“O CÉU E O INFERNO”: AUGUSTO MICHEL, O HOMEM MUNDANO

Neste caso, o Espírito continua ligado ao corpo mesmo depois de desencarnado, e ele precisa da ajuda do médium para se desligar. Vamos lembrar que já falamos sobre este fato.

 

402. Porque casos como este acontecem, de pessoas ficarem ligadas ao corpo mesmo após desencarnar?

a) Isso ocorre quando voltamos nossa vontade para os excessos de prazeres dos vícios, principalmente os do sexo;

b) Nestes casos, automatizamos nossa mente (que é espiritual) a induzir grandes quantidades de fluidos cósmicos terrestres do nosso perispírito para o corpo físico, especialmente através dos centros de força (chakras) básico e genésico, processo que acelera a troca celular;

c) Com tal troca, o corpo físico irá viver menos que o programado, morrendo antes do tempo.

d) Só que acontece um fenômeno estranho: o corpo físico não consegue morrer totalmente, pois uma certa quantidade de células físicas se mantêm vivas;

e) Só que em quantidade insuficiente para manter o corpo se manifestando como vivo, porém em quantidade suficiente para manter o duplo etérico ligado a ele e ao perispírito, pois se o corpo físico se desgasta mais rápido, o etérico se reforça, mantendo a ligação com o corpo físico em decomposição.

f) Com isto, não ocorre a separação do espírito de seu corpo físico, que só acontecerá quando o número de células físicas vivas sejam insuficientes para segurá-lo ligado ao corpo.

g) Daí ter que aguardar a morte e decomposição do número suficiente de células físicas;

h) Ficando ligado ao corpo em decomposição até que tal aconteça ou seja desligado pelos socorristas.

i) Quanto maior nossa vontade em satisfazer o vício do prazer, mais fluido perispiritual é transformado em fluido etérico e energia vital;

j) Fazendo com que as células físicas morram cada vez mais rápido.

k) Mas, nos recusamos a perder a vida física, por causa do vício, nos apegando a ela com forte vontade, o que dificulta muito a separação e acelera a morte do corpo físico.

l) A forte vontade em querer manter o prazer do vício acaba impedindo a completa separação do espírito de seu corpo quase completamente morto, como explicado acima.

m) Isto pode, às vezes, acontecer no suicídio.

403. Qual o benefício disso, considerando que não seja um terrível castigo?

a) A situação realmente é muito dolorosa, mas não é um castigo. É o equivalente a uma injeção e uma cirurgia muito dolorosas;

b) Pois existe uma regra espiritual que diz: “quanto mais forte o trauma da dor, com mais força e rapidez se fixa o aprendizado”;

c) Com um trauma desses, o aprendizado da realidade espiritual irá se fixar com muita força;

d) Esse tipo de trauma ocorre geralmente com as pessoas muito materialistas, que só pensam na vida em seu aspecto físico, mesmo tendo a noção de Deus;

e) Principalmente para aquelas que só pensam em aproveitar a vida, ou exageradamente vaidosas;

f) Com isso aprende-se que se deve dar ao corpo físico apenas o justo valor de sua transitoriedade;

g) Que a única realidade é a espiritual, e que é para ela que devemos dirigir nossa maior atenção;

h) Que a verdadeira felicidade está muito além dos prazeres carnais;

i) Que a verdadeira beleza é a espiritual; daí a visão dos Espíritos venturosos;

j) Que devemos aceitar com naturalidade os aspectos da velhice, pois é ela que nos ensina a sublimar o conceito de beleza;

k) Que cuidar da saúde do corpo é importante, mas que a vaidade é sempre um grande risco;

l) E principalmente quais os perigos de nos deixarmos seduzir pelos vícios, tanto os físicos, quanto os morais;

m) Como achar que tanto aprendizado em tão curto espaço de tempo possa ser castigo?

n) Sem tal choque, quanto tempo se levaria a mais para aprender tudo isso? Quantos riscos e dores a mais? Quantas pessoas a mais seriam envolvidas na situação?

o) E todo esse aprendizado virá como intuição na reencarnação seguinte;

p) É assim que Deus, em sua Suprema Sabedoria, não só transforma nossos males em remédios, como ainda os aproveita ao máximo para nos fazer evoluir;

q) Sem tais traumas, sofreríamos muito mais e teríamos nossa evolução bastante retardada.

404. E os casais monogâmicos que gostam muito de sexo? Como fica?

a) Quando existe o amor entre eles, não há problema, pois neste caso a troca fluídica equilibra-os por completo;

b) Com o tempo, a maturidade, o aumento dos afazeres… Essa troca fluídica chega a um equilíbrio que reduz, automaticamente, a necessidade de relações tão frequentes.

c) E quando chega a velhice, o amor e a cumplicidade gerados por anos juntos faz emergir a amizade e a fraternidades reais, sublimando a energia criativa;

d) É por isso que a troca sexual monogâmica é uma lei divina e só beneficia o casal.

 

“O CÉU E O INFERNO”: EXPROBAÇÃO DE UM BOÊMIO

-Este caso é parecido com o anterior, e confirma a rapidez com que os choques transformam.

-Note os conselhos do Espírito e do médium.

“O CÉU E O INFERNO”: LISBETH

-Na resposta da pergunta 2, diz Lisbeth: “O arrependimento é inútil, quando apenas produzido pelo sofrimento”.

 

405. E isso é verdade? O verdadeiro arrependimento depende da compreensão do erro?

a) Exatamente. Aqui Lisbeth nos permite deduzir o verdadeiro sentido de arrependimento;

b) De acordo com a Justiça Divina, arrepender-se significa entender o “mal” que se fez e quais suas consequências. Daí os choques;

c) E com isso, após o esclarecimento, nos propormos a mudar nosso comportamento;

d) Só assim a dor tem o sentido de apressar a nossa cura moral;

e) Dizer-se arrependido porque está incomodado não é arrepender-se;

f) Retirada a causa do incômodo, facilmente faríamos a mesma coisa de novo, e até pior;

g) Não é o que vemos acontecer com aqueles que apenas fingem o arrependimento?

h) Só que do outro lado da vida, no mundo espiritual, não é possível fingir;

i) Vale aproveitar para dizer que só os que se arrependerem de verdade poderão continuar na Terra.

406. Na resposta 5, Lisbeth diz:” (…)e arrasta às trevas da eterna Geena!…oh!…sim!…eterna!”

a) Geena é o mesmo que inferno;

b) Lisbeth acreditava que estava no inferno, ou seja, que sofreria para sempre.

407. Por que isso? Não parece castigo?

a) Para os Espíritos na condição de Lisbeth, sim, parece castigo, mas não é;

b) Imagine que um médico, por engano, diga que você tem uma doença fatal e tem apenas um ano de vida;

c) A sua preocupação seria muito grande e o trauma também;

d) Porém, nove meses depois, o médico descobre que errou no diagnóstico e diz que você está bem;

e) Que alívio, não é?

f) Será que existe a mínima possibilidade de você esquecer tal fato? Nunca, não é?

g) Aí o médico diz que você poderá ter tal doença;

h) Isso não vai fazer você se cuidar?

i) Esta é a razão de alguns Espíritos terem a crença nas penas eternas, mesmo após o desencarne;

j) O choque é mais forte do que ficar ligado ao corpo em decomposição;

k) E o aprendizado se fixará com muita força, criando também uma intuição muito forte;

l) É esta intuição que alertará o Espírito, também com muita força, em encarnações futuras em que ele tenha a chance de praticar atitudes semelhantes às que o levaram a tal situação;

m) Tudo isso fará com fique muito difícil que o Espírito volte a cometer os mesmos erros;

n) Pois a intuição, através do inconsciente, gerará um medo momentâneo de passar por tudo de novo.

408. É por isso que Deus permite que as religiões ensinem errado a seus adeptos?

a) Exatamente, pois o benefício sempre será muito grande, pelo processo reencarnatório;

b) Porém deve também ficar claro que isso só acontece em planetas como o nosso, onde somos muito teimosos em nos manter orgulhosos e egoístas.

 

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409. É por isso também que o Espiritismo não pôde mudar o conceito de Deus na época de Kardec?

-Com certeza. Daí o “cada coisa deve vir a seu tempo”.

410. E porque agora podemos mudar o conceito de Deus?

-Porque, como vimos, já estamos no início do Ciclo de Regeneração, e com o fim do processo de transição não teremos mais Espíritos que precisem disso na Terra.

411. Mas ensinar agora não vai atrapalhar?

a) O trabalho com os desencarnados nos mostra que a mudança do olhar sobre Deus está ajudando a imensa maioria, ao aliviá-los do medo religioso;

b) Quando desencarnarmos, teremos o mesmo esclarecimento e alívio;

c) E ainda é preciso preparar as coisas com certa antecedência.

 

“O CÉU E O INFERNO”: CLARA

Socialmente respeitada, Clara não desrespeitou a lei humana, mas foi muito egoísta.

 

412. E o que acontece com quem não comete grandes erros, mas vive isolado no próprio egoísmo?

a) O egoísmo é o gelo do amor, que gera na alma o mesmo frio mórbido;

b) Quando a pessoa muito egoísta desencarna, só tem o gelo do amor egoísta a envolvê-la;

c) A psicosfera que cria ao seu redor é tão densa que ela não vê e nem ouve nada ao seu redor;

d) O forte egoísmo vai refletir no mundo espiritual como completo isolamento.

413. E no que isso é útil?

a) Ao pensar somente em si, o egoísta não pensa em mais ninguém;

b) Exige toda atenção só para si;

c) Já em vida, cria uma psicosfera que aos poucos o vai isolando do mundo; daí o sentimento de solidão pelos quais tais pessoas passam mesmo ainda encarnadas;

d) Quanto mais egoísta for, mais isolado fica;

e) Pela Lei de Causa e Efeito, toda ajuda que podia dar para aliviar o sofrimento de alguém e não deu vai refletir sobre ele como uma incapacidade de também receber auxílio;

f) Se não fizer nada para mudar essa situação quando ainda encarnado, vai desencarnar com uma condição psíquica que gera imensa força para isolá-lo;

g) Como no plano espiritual nossa mente age sobre nós com toda força possível, iremos ficar total-mente isolados, sem possibilidade de ver nada ao nosso redor;

h) Queremos muito receber atenção e não conseguimos, aumentando nossa dor;

i) Iremos aos poucos sentindo o quanto é importante recebermos a atenção que pode nos aliviar, e o quanto foi errado não termos feito isso;

j) Cansados de sofrer, mesmo sem ter se arrependido, pedimos então ajuda e a recebemos, tendo de imediato os sofrimentos aliviados;

k) Com o esclarecimento que vamos recebendo, entendemos a importância da atenção recebida de Espíritos que não nos conhecem, e que fazem isso por puro espírito de Caridade;

l) Entendemos então todo o efeito benéfico da Caridade e começamos a controlar o egoísmo;

m) Sem todo esse choque doloroso, quanto tempo e sofrimento para esse aprendizado?

414. Mesmo sem ter se arrependido, a pessoa recebe ajuda somente por ter cansado de sofrer?

a) Já vimos que sim. Ao contrário do que se diz, só o pedido sincero de ajuda é suficiente;

b) O arrependimento virá com o esclarecimento.

415. Então pode haver pedido de ajuda não sincero?

a) Sim, e muito. Lá como cá hipócritas há;

b) Existem os que acham que podem enganar os socorristas;

c) E também os que, por orgulho, acham que foram injustiçados.

416. Qual a diferença entre os dois?

a) Os hipócritas sabem por que sofrem, mas por orgulho não querem admitir;

b) Os sinceros ou não sabem por que sofrem, ou mesmo sabendo não se sentem injustiçados;

c) Os sinceros querem entender o que se passa para serem aliviados;

d) Os hipócritas continuam tentando enganar sua consciência, até se cansarem.

 

“O CÉU E O INFERNO”: JACQUES LATOUR

-Nesse capítulo 6 de “O Céu e o Inferno” (Criminosos Arrependidos) existe interessante estudo sobre Jacques Latour, que matou várias pessoas. Nele temos:

 

417. Qual a visão de alguém que desencarna tendo cometido vários assassinatos?

a) A obra de André Luiz, psicografada por Chico Xavier, traz diversos exemplos de Espíritos nestas condições;

b) Mas já na Codificação de Kardec é possível encontrar exemplos de desencarnes assim;

c) Jacques Latour é exemplo do fogo moral que queima mais que o fogo físico;

d) Vemos daí a ideia do inferno, ou o fogo que queima sem matar;

e) A visão das vítimas que continuam a mostrar a ele os seus sofrimentos;

f) Cercado de cadáveres e os pés atolados em sangue.

418. Como explicar que uma situação dessas não seja castigo?

-Na comunicação II, Latour faz a seguinte afirmação: “Farei, entretanto, o que me aconselhais, pois compreendo ser esse um meio de expiar um pouco mais rapidamente as minhas faltas. É como uma dolorosa operação, que viesse curar um corpo gravemente adoentado.”

-Quando começou a ser esclarecido, Latour entendeu o que estamos explicando aqui.

a) Latour se viciou com o sentimento de poder que tinha ao matar;

b) Cada vez que ele matava, maior ficava a sua vontade de matar;

c) Isso criou um forte automatismo em sua mente, fazendo com que ele tivesse cada vez mais necessidade de matar;

d) Como um vício em drogas pesadas, ou uma bola de neve do mal.

419. Então ele precisava ser castigado por isso?

a) Nada disso! É que só algo muito grande e forte pode parar uma bola de neve, quando ela cresceu muito;

b) Com o vício moral, é a mesma coisa;

c) É preciso parar o automatismo mental, para sanar a prática do mal;

d) A Lei de Causa e Efeito faz isso, fazendo com que quem praticou o “mal” sinta os efeitos dele;

e) Note que sentir os efeitos não é passar pelo mesmo mal, mas sentir suas consequências;

f) Podemos dizer que esta é a válvula de escape que expurga o automatismo do mal.

420. E como é que esse automatismo mental age?

-Falando especificamente sobre o “mal”, pois o automatismo da mente age com mais força no bem, temos o “a cada um segundo suas obras”, que nos permite entender que:

a) No momento do crime, nossa mente grava automática e instantaneamente as dores, traumas e sofrimento que as vítimas sentiram;

b) Ao desencarnar a mente do agressor começará a criar formas pensamentos (filmes), de todas essas cenas, que para ele são verdadeiras;

c) Para ele é como um sonho, que simula a presença real de suas vítimas.

421. Mas nunca há a presença real?

a) Somente daqueles que não compreenderam e ainda querem se vingar;

b) Mas sempre atraídos pelas mentalizações do próprio agressor;

c) Nesses casos mais drásticos, o início do processo de cura depende de remédios muito fortes;

d) Somente dores muito intensas criarão a necessária força de vontade para que o agressor comece a se livrar delas.

422. E qual o aprendizado?

a) O quanto doeu nas pessoas, o que ele fez para elas;

b) Como é importante respeitar a vida;

c) Este caso, mais que os outros, mostra o quanto é necessário a existência de planetas de expiação e provas e a existência dos umbrais e das trevas, para a cura rápida e eficiente de doenças morais tão graves quanto as nossas;

d) E o quanto isso representa a bondade e o amor de Deus, e jamais um castigo;

e) Pois é neste tipo de planetas que a Lei da Mínima dor é respeitada, por criar as melhores condições de cura moral, e ainda acelerando a evolução.

f) Ainda, porque terminando o processo de transição pelo qual estamos passando, os Espíritos que precisarem desse tipo de cura moral, não poderão ficar na Terra;

g) E mais, que o exílio de tais Espíritos para outro planeta nunca significa retrocesso na evolução, mas um meio de acelerar essa evolução.

-Seria bom que o leitor que não leu ou há tempos não tem contato com o livro “O Céu e o Inferno” pudesse reler os trechos aqui indicados. Quando analisamos a fundo as obras de Kardec, pelos atributos de Deus, podemos deduzir importantes explicações nas entrelinhas.

-Sugerimos ainda a leitura do capítulo VII, “Espíritos Endurecidos”, para ver o quanto o orgulho pode atrapalhar nossa evolução, e o quanto só depende de nós melhorarmos nossa situação.

 

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