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Parte 5: A revisão de “O Livro dos Espíritos” – Livro Segundo, Capítulo 10

Enviado por on 07/11/2017 – 19:30
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CAPÍTULO 10 – OCUPAÇÕES E MISSÕES DOS ESPÍRITOS

(leia os capítulos anteriores)

 

Questão 558

a) A resposta só vale para os espíritos superiores ou perfeitos.

 

Questão 563

a) O sentido da palavra gozo sempre é o de felicidade.

 

Questão 566-a

a) Na pergunta lemos: “(…) dos espíritos mais vulgares (…)”

b) O termo adequado dentro do respeito e do princípio da Caridade é: “menos evoluídos”.

 

Questão 567

a) Olhar os espíritos superiores como distantes de nós e pensar que nos acham vulgares, não tem nenhum sentido;

b) Quanto mais evoluído for o espírito, maior sua capacidade de amar;

c) Mais caridosos são e maior sua vontade e capacidade de nos ajudar;

d) Independente da distância espacial, estão sempre próximos de nós em pensamento, ou por irradiação;

e) E o pior é que cria o mito de que não podemos acessar os espíritos superiores;

f) Não adiantaria nada orarmos, pois sendo Deus o ser supremo, como acessá-lo?

g) No entanto, ninguém está mais próximo de nós, pois vivemos mergulhados em seu oceano de amor;

h) Por isso que seja o nosso comportamento, estamos sendo útil a alguém, ensinando o que não fazer;

i) Logo, ninguém é vulgar;

j) Vamos relembrar aqui, a forte interferência anímica e cultural dos médiuns ao traduzir a resposta que o espírito está passando.

 

Questão 571

a) Mostra como somos todos importantes para Deus.

 

Questões 574 e 574-a

a) Contrariando a resposta da questão, os voluntariamente inúteis, não são tão inúteis, pois estão ensinando a alguém o que não fazer.

 

Questão 581

a) Ler com muita atenção, pois ela explica, em parte, o porquê dos erros na Codificação e a necessidade de corrigi-los;

b) Vamos repetir ainda, que não devemos levar em consideração os termos pejorativos.

 

Questão 584

a) O erro e o “mal” nunca estão nos desígnios de Deus;

b) Repetimos, eles só ocorrem pelo livre-arbítrio;

c) Eles têm ainda a importante função, através das provas de nos ensinar o que não fazer;

d) O que livra muitos de praticarem o “mal”.

 

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